DOENÇAS E ACENTUAÇÃO DIABOLICA
Não é de admirar a influência demoníaca em todos esses males. O Evangelho nos fala de uma mulher que há 18 anos tinha um espírito maligno que a mantinha enferma, ela estava curvada e não podia endireitar-se de modo nenhum e Jesus a libertou (Luca 12, 10-17).
O evangelista S. Mateus nos fala de um endemoniado, cego e mudo, curado por Jesus (Mateus 12,22). Estes dois infelizes não tiveram uma possessão diabólica, mas a presença de um demônio que lhes causou graves distúrbios físicos. Uma vez expulso o demônio, recupera-se a saúde. A doença é uma desordem na ordem criada por Deus. Com o pecado nós abrimos as portas para a doença. Além disso, na Bíblia se diz que a causa do pecado, são ter entrado no mundo o mal, a doença e a morte. É claro que às vezes o demônio provoca a doença ou agrava-a (é o que acontece quando é feita uma maldição para causar esta doença), em outros casos, é uma obrigação de usar a medicina que também é um grande dom de Deus. Nesse ultimo caso é preciso rezar porque a oração se aproveita pra tudo e ao Senhor é tão fácil curar de um mal físico como libertar-se de um mal de maldição. Isso também se aplica quando uma doença é marcada por uma ação do demônio, dado que o maligno faz de tudo para passar despercebido e tenta confundir sua má ação com a doença.
• Gosì G. Amorth: Um exorcista
Padre Leo, é um famoso exorcista de Andretta. “Em alguns casos a intervenção do exorcista não é o suficiente, como não pode bastar aquela só do medico. É por isso que é importante que a ciência não exclua a religião. O Epilético endemoniado é um doente que tem manifestação de epilepsia, mas quebra as cadeias e gira para o cemitério, então é influencia diabólica, sobre a doença. A primeira, a epilepsia, a medicina pode curar a segunda, com influencia diabólica, se recorre a Deus. Este foi talvez o motivo que levou o prof. Cancrini a pronunciar favoravelmente para o fechamento dos manicômios. Uma boa escolha, procurar um exorcista católico, concordo plenamente, recordando no entanto, a atenção das instituições e a colaboração de colegas exorcistas de modo que a ciência e a religião possam servir cuidando posterior do doente psíquico, descarregando os manicômios. O iluminado, prof. Cardarelli, por exemplo, se recomendava a S. José Moscati.
O Santo doutor então respondeu: “Eu não visito nunca um doente confiando apenas na ciência médica, peço ao paciente, mas também a sua cooperação através da oração e dos sacramentos”. Então, isso exclui Deus de muitos médicos e doentes não crentes, é uma grande perda, porque não são tidos em conta os limites, as deficiências e as falhas que existem no ser humano.
Fonte: ORAÇÕES DE LIBERTAÇÃO DO MALIGNO
Don Pasqualino Fusco – Maurizio Bogetti